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Comércio de PG cresce 1% no primeiro bimestre


O comércio de Ponta Grossa fechou o primeiro bimestre com números positivos. Nesta terça-feira, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Paraná (Fecomércio-PR) revelou mais uma Pesquisa Conjuntural mensal, referente a fevereiro. Levantamento o qual mostra que a cidade registrou uma evolução de 0,55% no segundo mês de 2018, culminando em um incremento acumulado de 1,15% nos meses de janeiro e fevereiro, na comparação com 2017.

Esse valor acumulado no bimestre é maior que a média registrada na capital e região metropolitana, onde foi observada uma queda de 0,56% neste ano. Como a média estadual mostra um incremento de 4,04%, representa que o interior do estado foi o grande impulsionador das vendas no Paraná. Uma das justificativas, segundo a Fecomércio, foi a safra, que gerou mais riquezas no campo, refletindo no comércio. 

Não só no Paraná, mas em Ponta Grossa também, as concessionárias de veículos registraram grande incremento de vendas, puxando para cima o montante de vendas, na comparação com 2017. Na média estadual, o aumento nas vendas foi de 28,16%, enquanto que em Ponta Grossa a alta foi de 24,2%. Somente em fevereiro, na comparação com fevereiro de 2017, o faturamento das concessionárias ponta-grossenses cresceu 37,05%, acima da média estadual, de 32,25%.

José Loureiro, presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Ponta Grossa, vê como positivo o fato de estar acima do registrado no ano passado. Porém, não nega que a expectativa era de um volume ainda maior. “Esperávamos que, para o início do ano, as vendas não cairiam, e seria positivo. Esperávamos mais que esse 1%. Mas as contas de início de ano, como IPTU, IPVA, despesas escolares, entre outras, acabam atrapalhando bastante o comércio”, recorda. 

Sobre os automóveis, Loureiro acredita que é a recuperação da economia que está animando os consumidores a comprarem esses produtos com valor agregado mais alto. “Além disso, as fábricas abaixaram o valor de venda dos veículos e estão parcelando, sem juros. É uma estratégia para vender mais. Quem estava esperando a oportunidade de comprar um carro novo se usou disso, nessa época, para fazer negócio”, ressalta Loureiro. 

Fonte: A Rede